🟢 O Instituto Vidas Raras (IVR) comunicou ontem (12/2) em primeira mão, ao blog Academia de Pacientes, que o último inquérito contra seus gestores foi arquivado, encerrando todas as apurações em curso.
A nota (ver abaixo) sustenta que não foram identificados elementos mínimos para prosseguimento judicial.
- Por que isso importa: O episódio mostra como investigações prolongadas podem gerar forte desgaste institucional mesmo sem responsabilização penal. Também levanta debates sobre governança e disputas no campo das doenças raras.
🧠 O que está acontecendo: O IVR afirma que colaborou integralmente com autoridades e que o arquivamento reconhece a inexistência de prática ilícita.
- O texto menciona que a apuração teria sido iniciada por notícia-crime atribuída a setores concorrentes.
🔍 Nas entrelinhas: A nota sugere um cenário compatível com lawfare, isto é, uso instrumental de procedimentos para desgaste institucional, sem apontar nomes.
- O documento fala em ação voltada a interesses próprios de autores da acusação.
🏃 Resumindo: O Instituto apresenta o arquivamento como confirmação de regularidade e encerramento de um ciclo de exposição pública prolongada.
- Reafirma compromisso com pacientes, legalidade e transparência.
🖼️ O quadro geral: O comunicado, datado de 29 de janeiro, ganha peso adicional porque Regina Próspero faleceu em 8/2, após enfrentar tratamento de saúde durante o período mais sensível das investigações.
O caso reforça como disputas institucionais podem produzir danos humanos irreversíveis, mesmo quando o desfecho é o arquivamento.
💭 Nossa opinião
Quando procedimentos se tornam instrumentos de desgaste, o impacto acontece antes mesmo da conclusão formal.
Leia nosso Editorial sobre o caso
Crédito de imagem: Imagem idealizada por Fatima Braga (@abrame_amebrasil) e desenvolvida por IA