Medicamentos órfãos no contexto holandês: uma questão de necessidade

 

Todas as sextas-feiras, passo a divulgar aqui um post inédito do blog do consórcio internacional de pesquisadores do qual participo: SPIN – Social Pharmaceutical Innovation.

Agora, minha colega Tineke Kleinhout-Vliek nos apresenta algumas características do processo de reembolso (incorporação) de medicamentos órfãos pelo sistema público de saúde holandês. Ela também menciona uma solução engenhosa que lá foi desenvolvida para tornar o eculizumabe (Soliris®️) mais custoefetivo. No Brasil, o eculizumabe foi incorporado ao SUS através da Portaria 77 de 14 de dezembro de 2018, mediante uso ad experimentum, com reavaliação em três anos. Para ler o post, clique aqui.

O projeto SPIN: Social Pharmaceutical Innovation é financiado pela Trans-Atlantic Platform (T-AP), uma organização de financiamento público multinacional que é composta por nove diferentes organismos governamentais. Estes incluem o Conselho Canadense de Pesquisa em Ciências Sociais e Humanas (SSHRC), a  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) , a Nederlandse Organisatie voor Wetenschappelijk Onderzoek e a Agence Nationale de la Recherche da França, dentre outros.

Em 2018, a T-AP lançou um edital para pesquisas em inovação social. Este projeto do qual participo está entre os 10 que foram selecionados para receber esta prestigiosa oportunidade de financiamento. A equipe do projeto é composta por pesquisadores acadêmicos de todo o mundo.

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