{"id":2379,"date":"2020-02-03T13:00:10","date_gmt":"2020-02-03T15:00:10","guid":{"rendered":"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/?p=2379"},"modified":"2020-11-15T16:15:42","modified_gmt":"2020-11-15T19:15:42","slug":"muito-alem-do-sus-desafios-do-cuidado-em-doencas-raras-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/?p=2379","title":{"rendered":"Muito al\u00e9m do SUS (II): Vulnerabilidade e doen\u00e7as raras"},"content":{"rendered":"<p><img data-opt-id=1080427062  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-2333\" src=\"https:\/\/mlzfzsux7b5d.i.optimole.com\/w:1024\/h:546\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/academiadepacientes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/labirinto.jpg\" alt=\"\" width=\"840\" height=\"448\" srcset=\"https:\/\/mlzfzsux7b5d.i.optimole.com\/w:1024\/h:546\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/academiadepacientes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/labirinto.jpg 1024w, https:\/\/mlzfzsux7b5d.i.optimole.com\/w:300\/h:160\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/academiadepacientes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/labirinto.jpg 300w, https:\/\/mlzfzsux7b5d.i.optimole.com\/w:768\/h:409\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/academiadepacientes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/labirinto.jpg 768w, https:\/\/mlzfzsux7b5d.i.optimole.com\/w:1200\/h:639\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/academiadepacientes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/labirinto.jpg 1200w, https:\/\/mlzfzsux7b5d.i.optimole.com\/w:1280\/h:682\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/academiadepacientes.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/labirinto.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Doen\u00e7as raras e vulnerabilidade andam sempre de m\u00e3os dadas. Na semana retrasada (13\/1), iniciamos aqui a publica\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de quatro posts comentando relat\u00f3rio da Comiss\u00e3o de \u00c9tica da Alemanha intitulado <em>Os desafios da provis\u00e3o de cuidados para doen\u00e7as raras<\/em>. A <a href=\"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/2020\/01\/13\/desafios-do-cuidado-em-doencas-raras\/\">primeira parte<\/a> desta s\u00e9rie tratou da vulnerabilidade m\u00e9dica, social e econ\u00f4mica das pessoas que vivem com doen\u00e7as raras. Abordou tamb\u00e9m os aspectos \u00e9ticos que devem presidir as rela\u00e7\u00f5es com este que \u00e9 considerado um dos grupos mais vulner\u00e1veis da sociedade em qualquer parte do mundo.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><div class=\"su-box su-box-style-glass\" id=\"\" style=\"border-color:#0000a2;border-radius:5px;max-width:none\"><div class=\"su-box-title\" style=\"background-color:#2215d5;color:#f0ce48;border-top-left-radius:3px;border-top-right-radius:3px\">Um resumo do que voc\u00ea vai ler!<\/div><div class=\"su-box-content su-u-clearfix su-u-trim\" style=\"border-bottom-left-radius:3px;border-bottom-right-radius:3px\">\u2014 Como um dos grupos mais vulner\u00e1veis da sociedade atual, os doentes raros se beneficiariam de melhor treinamento de profissionais de sa\u00fade sobre suas necessidades.\u00a0\u00a0<br \/>\u2014Para evitar a marginaliza\u00e7\u00e3o dos doentes raros, necess\u00e1rio se faz empoder\u00e1-los, n\u00e3o sem antes eliminar quaisquer conflitos de interesse que as associa\u00e7\u00f5es de pacientes porventura possam ter, dadas suas eventuais rela\u00e7\u00f5es com a ind\u00fastria farmac\u00eautica. <\/div><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora vamos tratar das medidas necess\u00e1rias para se mitigar tal vulnerabilidade e que basicamente dizem respeito a:<\/p>\r\n<ul>\r\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Prote\u00e7\u00e3o contra tratamento deficiente e inadequado, e<\/strong><\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Empoderamento dos pacientes<\/strong><\/li>\r\n<\/ul>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea perdeu o post da semana passada, pode conferi-lo <a href=\"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/2020\/01\/13\/desafios-do-cuidado-em-doencas-raras\/\">aqui<\/a>.<\/p>\r\n<p><!--more--><\/p>\r\n<h2>Prote\u00e7\u00e3o contra tratamento deficiente ou inadequado<\/h2>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste campo, o relat\u00f3rio sugere treinamento adequado e educa\u00e7\u00e3o continuada dos profissionais de sa\u00fade, j\u00e1 ao n\u00edvel da gradua\u00e7\u00e3o. No contexto brasileiro, quando se fala de educa\u00e7\u00e3o continuada e SUS est\u00e1 se referindo \u00e0 educa\u00e7\u00e3o permanente. O pa\u00eds possui uma <a href=\"http:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/publicacoes\/politica_nacional_educacao_permanente_saude_fortalecimento.pdf\">Pol\u00edtica Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Permanente em Sa\u00fade<\/a> desde 2004. Em 2017, foi criado o <a href=\"http:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/saudelegis\/gm\/2017\/prt3194_30_11_2017.html\">Programa para o Fortalecimento das Pr\u00e1ticas de Educa\u00e7\u00e3o Permanente<\/a> em Sa\u00fade no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (PRO EPS-SUS), voltado para os profissionais da Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">O documento alem\u00e3o ressalta que a observ\u00e2ncia aos princ\u00edpios bio\u00e9ticos da benefic\u00eancia e n\u00e3o-malefic\u00eancia implica a necessidade de excel\u00eancia nos cuidados em sa\u00fade, que, no caso das doen\u00e7as raras, devem ser prestados em centros especializados. E que estes devem ter financiamento adequado!<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Tal observa\u00e7\u00e3o \u00e9 feita no relat\u00f3rio porque os autores do documento afirmam que centros desta natureza <span class=\"su-highlight\" style=\"background:#ddff99;color:#000000\">&nbsp;costumam ser as primeiras v\u00edtimas do corte de gastos (?!?!)&nbsp;<\/span>. Em articula\u00e7\u00e3o com tais centros, os membros do Conselho de \u00c9tica da Alemanha recomendam inst\u00e2ncias virtuais de atendimento aos doentes raros, onde possam obter aconselhamento online e treinamento sobre como lidar com sua enfermidade.<\/p>\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-table\">\r\n<table>\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td><strong>Princ\u00edpios bio\u00e9ticos<\/strong><\/td>\r\n<td><strong>Defini\u00e7\u00e3o, segundo Beauchamps &amp; Childress<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><strong>Autonomia<\/strong><\/td>\r\n<td style=\"text-align: justify;\">Uma norma sobre o respeito pela capacidade de tomar decis\u00f5es de pessoas aut\u00f4nomas<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><strong>Benefic\u00eancia<\/strong><\/td>\r\n<td style=\"text-align: justify;\">Um grupo de normas para proporcionar benef\u00edcios e para ponderar benef\u00edcios contra regras e custos.<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><strong>N\u00e3o-malefic\u00eancia<\/strong><\/td>\r\n<td style=\"text-align: justify;\">Uma norma que previne que se provoquem danos.<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><strong>Justi\u00e7a<\/strong><\/td>\r\n<td style=\"text-align: justify;\">Um grupo de normas para distribuir os benef\u00edcios, os riscos e os custos de forma justa.\u00a0<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seu portal,\u00a0 o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.saude.gov.br\/saude-de-a-z\/doencas-raras\">informa<\/a> que o Brasil &#8220;conta com oito estabelecimentos habilitados e especializados para atendimento em Doen\u00e7as Raras, distribu\u00eddos em diversas unidades federativas do Brasil&#8221;. No entanto, mais recentemente, <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-n-3.166-de-3-de-dezembro-de-2019-231271878\">foi anunciada a habilita\u00e7\u00e3o<\/a> de oito novos Servi\u00e7os de Refer\u00eancia em Doen\u00e7as Raras, atrav\u00e9s da Portaria n\u00ba 3.166, de 3 de dezembro de 2019.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Num pa\u00eds de dimens\u00f5es continentais, a oferta destes centros ainda \u00e9 escassa. Da\u00ed a import\u00e2ncia de se fortalecer tamb\u00e9m as inst\u00e2ncias virtuais de contato com estes pacientes, tal como proposto no relat\u00f3rio. Observe que a Alemanha tem a extens\u00e3o territorial do Mato Grosso do Sul.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, &#8220;o atendimento para as doen\u00e7as raras \u00e9 feito prioritariamente na Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, principal porta de entrada para o SUS, e se houver necessidade o paciente ser\u00e1 encaminhado para atendimento especializado em unidade de m\u00e9dia ou alta complexidade&#8221;\u00a0 (MS).<\/p>\r\n<h2>Empoderamento<\/h2>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Um grande rem\u00e9dio contra a marginaliza\u00e7\u00e3o de grupos vulner\u00e1veis, segundo o documento, s\u00e3o estrat\u00e9gias de empoderamento e participa\u00e7\u00e3o. Coisa que anda faltando no Brasil.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A meta do empoderamento seria &#8220;envolver mais estreitamente as pessoas que vivem com doen\u00e7as raras em decis\u00f5es que as afetam de forma a melhor contemplar seus desejos e interesses&#8221;. Isto permitiria ganhos de qualidade no cuidado a elas prestado, segundo o relat\u00f3rio.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">O Comit\u00ea de \u00c9tica da Alemanha tamb\u00e9m recomenda que os doentes raros <span class=\"su-highlight\" style=\"background:#ddff99;color:#000000\">&nbsp;sejam <strong>consultados<\/strong> sobre decis\u00f5es acerca de eventuais mudan\u00e7as estruturais no sistema de sa\u00fade que lhes afetem diretamente&nbsp;<\/span>. Isso, no SUS, apesar de toda sua declarada preocupa\u00e7\u00e3o com participa\u00e7\u00e3o social, ainda \u00e9 um sonho distante. As decis\u00f5es neste campo espec\u00edfico s\u00e3o, na maioria dos casos, monocr\u00e1ticas, ou, no melhor dos casos, pouco democr\u00e1ticas.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, o relat\u00f3rio \u00e9 enf\u00e1tico em afirmar que a amplia\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o desses pacientes exige <span class=\"su-highlight\" style=\"background:#ddff99;color:#000000\">&nbsp;que estes estejam livres, na medida do poss\u00edvel, de conflito de interesses e que ajam de forma independente e transparente.&nbsp;<\/span>.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Dito em portugu\u00eas claro, aqui os membros do Conselho de \u00c9tica da Alemanha se referem ao envolvimento muitas vezes pouco \u00e9tico entre associa\u00e7\u00f5es de pacientes e ind\u00fastria farmac\u00eautica. E o dado interessante <span class=\"su-highlight\" style=\"background:#ddff99;color:#000000\">&nbsp;\u00e9 a proposta de que tais associa\u00e7\u00f5es sejam financiadas com dinheiro p\u00fablico&nbsp;<\/span>. Aqui voltamos ao problema de se pensar como cidad\u00e3o, e n\u00e3o como consumidor, j\u00e1 mencionado anteriormente.<\/p>\r\n<p>E afirma o documento:<\/p>\r\n<blockquote>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Conflitos de interesse podem surgir, por exemplo, quando associa\u00e7\u00f5es de pacientes s\u00e3o instrumentalizadas por empresas farmac\u00eauticas ou quando distintos grupos de pacientes organizados em grupos de ajuda m\u00fatua _ tais como pacientes e seus familiares _ possuem interesses diferentes.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">E v\u00ea-se agora uma recomenda\u00e7\u00e3o bastante interessante da Comiss\u00e3o de \u00c9tica da Alemanha, que reproduzimos abaixo<\/p>\r\n<blockquote>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Tais conflitos de interesse podem ser evitados <span class=\"su-highlight\" style=\"background:#ddff99;color:#000000\">&nbsp;atrav\u00e9s de financiamento p\u00fablico destes grupos ou pelo estabelecimento de estruturas organizacionais democr\u00e1ticas&nbsp;<\/span>. Em particular, o financiamento p\u00fablico pode ajudar a diminuir a forte depend\u00eancia econ\u00f4mica destas agremia\u00e7\u00f5es com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ind\u00fastria farmac\u00eautica.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">E esta cita\u00e7\u00e3o merece um coment\u00e1rio.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><div class=\"su-note\"  style=\"border-color:#e5e54c;border-radius:3px;-moz-border-radius:3px;-webkit-border-radius:3px;\"><div class=\"su-note-inner su-u-clearfix su-u-trim\" style=\"background-color:#FFFF66;border-color:#ffffff;color:#333333;border-radius:3px;-moz-border-radius:3px;-webkit-border-radius:3px;\">Se o governo federal e os governos municipais e estaduais est\u00e3o muito preocupados com o envolvimento das associa\u00e7\u00f5es com a ind\u00fastria farmac\u00eautica, bastaria proporcionar a estes grupos financiamento p\u00fablico, ao inv\u00e9s de criminaliz\u00e1-los de modo irrespons\u00e1vel. Porque \u00e9 mais ou menos evidente que estes grupos precisar\u00e3o de recursos financeiros para se manterem ativos. Que sejam ent\u00e3o provenientes de governos, visando manter o car\u00e1ter republicano destas agremia\u00e7\u00f5es! Resta saber como promover financiamento p\u00fablico de milhares de associa\u00e7\u00f5es em potencial.<\/div><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Em tempo. Este blog j\u00e1 publicou uma interessante s\u00e9rie sobre a \u00e9tica das rela\u00e7\u00f5es entre associa\u00e7\u00f5es de pacientes e ind\u00fastria farmac\u00eautica. Na falta de financiamento p\u00fablico, <span class=\"su-highlight\" style=\"background:#ddff99;color:#000000\">&nbsp;que as associa\u00e7\u00f5es ao menos observem padr\u00f5es minimamente \u00e9ticos em suas rela\u00e7\u00f5es com a iniciativa privada&nbsp;<\/span>. Abaixo voc\u00ea encontra os links destes posts bastante esclarecedores.<\/p>\r\n<p><a href=\"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/2018\/02\/03\/como-lidar-com-a-industria-farmaceutica\/\">Como lidar com a ind\u00fastria farmac\u00eautica (I)<\/a><\/p>\r\n<p><a href=\"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/2018\/02\/04\/como-lidar-com-a-industria-farmaceutica-ii\/\">Como lidar com a ind\u00fastria farmac\u00eautica (II)<\/a><\/p>\r\n<p><a href=\"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/2018\/02\/08\/como-lidar-com-a-industria-farmaceutica-iii\/\">Como lidar com a ind\u00fastria farmac\u00eautica (III)<\/a><\/p>\r\n<p><a href=\"https:\/\/academiadepacientes.com.br\/2018\/02\/09\/como-lidar-com-a-industria-farmaceutica-iv\/\">Como lidar com a ind\u00fastria farmac\u00eautica (IV)<\/a><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na pr\u00f3xima semana, publicaremos a Parte III desta s\u00e9rie de quatro posts, onde trataremos da espera pelo medicamento.<\/strong><\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- This site is converting visitors into subscribers and customers with OptinMonster - https:\/\/optinmonster.com :: Campaign Title: Inline AcadP -->\n<div id=\"om-s1jeuk9ydmmrav8g8k5c-holder\"><\/div>\n<script>(function(d,u,ac){var s=d.createElement('script');s.type='text\/javascript';s.src='https:\/\/a.omappapi.com\/app\/js\/api.min.js';s.async=true;s.dataset.user=u;s.dataset.campaign=ac;d.getElementsByTagName('head')[0].appendChild(s);})(document,71118,'s1jeuk9ydmmrav8g8k5c');<\/script>\n<!-- \/ OptinMonster -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doen\u00e7as raras e vulnerabilidade andam sempre de m\u00e3os dadas. 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